O brasileiro tem um dos melhores acordos do mundo com a Tailândia. O que ver em Bangkok, quais ilhas escolher e o cartão digital que virou obrigatório e é gratuito.
A Tailândia é mais acessível do que parece. O voo é longo, sim, mas o custo de vida no destino é baixo, e o brasileiro tem um acordo de isenção que permite ficar até noventa dias a turismo, sem visto. É um dos prazos mais generosos que existem.
Desde maio de 2025 a Tailândia substituiu o antigo cartão de papel da imigração pelo TDAC, o cartão de chegada digital. É obrigatório, é gratuito e se preenche pela internet, no site oficial da imigração, até três dias antes da chegada.
No fim você recebe um QR code, que é o que a imigração pede no desembarque. Cuidado com sites que cobram por esse formulário, porque o oficial não cobra nada.
Além dele, leve passaporte com pelo menos seis meses de validade, passagem de saída do país, comprovação de hospedagem e o certificado internacional de vacinação contra febre amarela, exigido de quem embarca no Brasil.
O Grande Palácio e o Wat Pho, com o Buda reclinado, são obrigatórios e se fazem numa manhã. O Wat Arun fica do outro lado do rio e é a melhor foto no fim da tarde.
Os mercados são metade da graça: Chatuchak no fim de semana, os mercados flutuantes e os mercados de rua à noite. A comida de rua de Bangkok é uma das melhores do mundo, e é barata.
O norte, com Chiang Mai, é montanha, templo, cultura e os santuários éticos de elefantes, onde os animais não são montados. Clima mais ameno e ritmo mais calmo.
O sul são as ilhas. Phuket e Krabi, no lado do Mar de Andaman, têm as formações de rocha que aparecem nas fotos, com Phi Phi e Railay. Koh Samui, do outro lado, tem a estação de chuva invertida, o que ajuda muito a montar a viagem em qualquer mês do ano.
Este é o detalhe que mais muda o resultado da viagem. As duas costas têm temporadas opostas. Novembro a março é a melhor janela para Phuket e Krabi. Quem viaja entre junho e setembro se dá melhor em Koh Samui.
Escolher a ilha errada para o mês é o que faz alguém atravessar o mundo e passar a semana vendo chuva.
Doze a quinze noites é o mínimo que compensa a distância. Um roteiro comum é Bangkok, depois Chiang Mai e depois uma ilha, com voos internos curtos e baratos entre eles.
O aéreo é a parte cara. No destino, hospedagem, comida e passeio custam bem menos que no Brasil, o que equilibra a conta.
A gente monta o aéreo com as conexões certas, encaixa as ilhas na temporada correta para a sua data, organiza os voos internos e explica o TDAC passo a passo.
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