O Rio tem passeio demais para uma viagem curta. Escolher o que fica de fora é mais importante do que escolher o que entra.
O Rio é o destino em que a gente mais corta coisa do roteiro. Não por falta de tempo da viagem, mas porque a cidade é grande e o trânsito come o dia de quem tenta fazer tudo.
Os dois são passeios de subir, olhar e fotografar, e os dois dependem de tempo bom. Fazer os dois no mesmo dia é possível e desgastante, e se o dia amanhecer nublado você perde os dois de uma vez.
O certo é deixar um em cada ponta da viagem e olhar a previsão para decidir qual fica em qual dia. Nublado, a vista simplesmente não existe.
Copacabana, Ipanema e Leblon ficam uma ao lado da outra, e um dia de praia carioca é um programa completo: cadeira, quiosque, caminhada no calçadão e pôr do sol no Arpoador.
Quem trata a praia como intervalo entre passeios não conhece o Rio.
Escadaria Selarón, Arcos da Lapa, Confeitaria Colombo e o Theatro Municipal ficam perto uns dos outros. É meio dia a pé, de preferência em dia de semana.
Floresta da Tijuca, Jardim Botânico, Museu do Amanhã e Maracanã são bons e não cabem todos. Numa viagem de quatro dias, escolha um.
Parati e Búzios são outra viagem, não um passeio. Cada uma pede duas noites.
O verão é quente de verdade, com chuva forte de fim de tarde e cidade cheia. Abril a junho e setembro a novembro costumam ser os melhores meses: menos calor, menos chuva e preço mais baixo.
Réveillon e Carnaval são destinos à parte, com preço e antecedência próprios.
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