Vila, Muro Alto ou Cupe. A diferença entre elas é maior do que parece no mapa, e define se você vai andar a pé ou depender de transporte.
Porto de Galinhas é o destino de praia mais vendido de Pernambuco, e a pergunta que mais recebemos não é sobre o que fazer, é sobre onde ficar. A resposta muda a viagem inteira.
Na vila você resolve tudo a pé: restaurante, quiosque, as jangadas das piscinas naturais e as lojas. É onde ficar se a ideia é ter movimento e não depender de carro.
Em compensação, é a parte mais cheia, principalmente na alta temporada.
Muro Alto fica alguns quilômetros ao norte e tem uma piscina natural formada por um recife que corre paralelo à praia. Mar parado, água morna e pouca onda.
É onde ficam os resorts maiores, e a escolha certa de quem quer ficar no hotel. Para jantar fora, você vai depender de transporte.
Entre as duas, a Praia do Cupe tem hotel de frente para o mar, menos movimento que a vila e distância curta até ela.
A jangada até as piscinas só sai na maré baixa, e a tábua de marés daquela semana decide em que dia e em que horário o passeio acontece. Não é escolha do turista.
Quem fecha com a gente tem os dias já encaixados na maré certa. Quem deixa para contratar lá costuma descobrir que sobrou um único horário possível.
Maracaípe, Pontal e as praias mais ao sul rendem meio dia de bugre, com parada para ver os cavalos marinhos no estuário. É o segundo programa mais pedido depois das piscinas.
As chuvas se concentram no meio do ano. Setembro a março é o período mais firme, com maré e clima melhores para os passeios de barco.
A gente pergunta primeiro se você quer andar a pé ou ficar no hotel, escolhe a praia a partir disso, encaixa o passeio na maré e fecha aéreo, hospedagem, transfer e passeios num pacote só, em até 12x com um consultor.
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